Wednesday, 17 April 2013

De bicicleta na primavera


Minha gente finalmente a primavera apareceu aqui. Bom não vou falar muito para na espantar ela.

Com os dias longos e com sol as pessoas ficam enlouquecidas por aqui (incluindo eu) e querem sair para rua. Ontem mesmo fomos andar de carrinho, ou melhor dizer eu empurro o carrinho ou a C vai caminhado dentro dele (aquele da little tikes), na rua, quando voltamos para casa ( eu do trabalho e a C da escoa). Hoje vamos voltar caminhando para a casa, e se o tempo seguir assim, amanhã vamos sair de bicicleta por aqui, ela pedala e eu do lado.

E incrível o número de bicicletas na rua com dias ensolarados, o mesmo vale para as pessoas que correm. Nós vemos mais ciclistas e corredores de manhã cedo indo trabalhar ou se exercitando antes do trabalho, e também no final da tarde.

Realmente depois de um longo, mas longo inverno, nada melhor que aproveitar o sol por ai, pedalando, caminhando, correndo ou no parque. Claro que também vale sentar no jardim e não fazer anda, ou deixar as crianças correrem como se não houvesse amanhã.

Com o tempo assim, as crianças também vão mais de bicicleta e patinete para a escola. Não que isto não aconteça com frio ou chuva, mas o número realmente aumenta e é muito mais agradável.

Bom de patinete eu me animo, mas levar a C na garupa da bicicleta, ai que tenho medo.

Aqui em Londres as vias não são as melhores para pedalar e é proibido pedalar nas calçadas. Já correr vale tudo e o pessoal prefere corre nas calçadas.

Eu vendi minha bicicleta ano passado, pois a coitada foi deixada meses na chuva e no frio, e estava a beira da morte. Quero ver se compro uma nova este ano, mas tenho que conversar o marido a comprar uma também, para a C ir pedalar na garupa dele. Pois como falei antes tenho medo, mas acho que se começar aos poucos vou perdendo. Na verdade precisamos de duas bicicletas grandes, pois assim podemos ir todos juntos.

Publieditorial

Tuesday, 19 March 2013

Manchas no rosto e o creme que funciona


Não sou médica, nem entendida no assunto, mas encontrei um creme que realmente ajuda as minhas manchinhas do rosto desaparecerem. O creme em questão é o Clinique Even Better Clinical Dark Spot Corrector, e parece que não sou a única que gosta, pois foi eleito um dos Best Buy Products de 2012 pela revista InStyle.

Antes de usar este creme tentei vários outros métodos, ácidos, luz pulsada e nada. O creme não elimina todas as manchas, mas ajuda muito a clarear.

Estas manchas do rosto voltam, principalmente se tomo sol. Então o creme sozinho não faz milagres, tem que usar um protetor solar bem forte no rosto no verão, e em dias de sol, nem que seja só em cima das manchas.  Vou confessar que no inverno aqui, eu não uso protetor solar.

Minhas manchas ficam sobre controle a maior  parte do ano, simplesmente pelo fato de que sol em Londres todo o dia não é normal.

Não estou fazendo propaganda, só dividindo com vocês um produto que funciona para mim, e pode ajudar outras meninas também. 

Imagem: site do fabricante

Monday, 18 March 2013

A C não conhece McDonald's


Provavelmente sou uma das poucas mães que não leva a filha ao McDonald's. Minha filha nem sabe o que é, muito menos conhece os brinquedinhos, e se passa na frente nem olha. Em compensação quando passa na frente do japonês aqui perto de casa, aponta e pede para entrar, porque vamos ali seguidamente, e a comida é ótima e bem saudável.

Caso perguntem...Sim ela já foi algumas vezes ao McD's, por oura falta de opção ou porque as outras crianças iam então ela foi. Uma coisa é não achar saudável, outra coisa é ser radical, e certamente se não tivermos outra opção iremos.

Já li e escutei mães brasileiras, na grande maioria, comentarem que seus filhos não podem ver um McD's que querem entrar. Minha gente, sejamos sinceras, se a criança conhece é porque alguém levou, certo? Então não sei se estes comentários são em tom de reclamação ou de diversão.

Aqui em casa ir ao McD's não é diversão de final de semana, nem prêmio por bom comportamento, muito menos janta no passeio ao shopping, e se eu não quero ver cozinha, vamos comer no japonês, mexicano, tailandês, burger.

A C adora um bom “burger” de pura carne. E não vejo problema nenhum neste tipo de comida, desde que não coma todos os dias. Aqui em Londres um menu kids de um restaurante especializado em hamburger, custa o mesmo preço de um McD's, e a qualidade é simplesmente incomparável.

Muito comi McD's e gosto do cheddar, que só tem no Brasil, mas nem lembro a ultima fez que comi. Simplesmente despeguei do McD's a muitos anos atrás, depois que morei na Espanha e na Bélgica, onde estes restaurantes não são valorizados.

Vejam bem, este não é um post crítica e sim um post, para mostrar que criança não vicia sozinha em McD's, e que a responsabilidade de mostrar e oferecer comidas saudáveis ou não, é nossa dos pais.

Enfim cada um sabe o que faz, basta ter consciência.

Wednesday, 13 March 2013

Ela cortou (o próprio) cabelo


O que você faria se estivesse na sua mesa de trabalho e recebesse esta foto da travessura da sua filha?


Eu tive um ataque de risos, seguido por um oooooohhhhh noooooooooo. Eu não achei a travessura engraçada, mas as outras fotos do cabelo metade curto metade comprido estavam de chorar de rir.

A C vinha ensaiando este corte há semanas, e parece que semana passada foi a escolhida.

Parece que cedo ou tarde na infância as crianças tem um momento em que decidem cortar seu próprio cabelo. A explicação psicológica eu realmente não sei, e se alguém souber por favor deixa uma mensagem. Mas o que a professora falou, faz sentindo, ela disse para não falarmos do tema cabelo e para não elogiarmos o novo corte, porque a C pode interpretar que o resultado da travessura foi positivo.

Mas é simplesmente impossível não comentar sobre o cabelo, já que ela sempre teve cabelo cacheado e normalmente a altura do ombro. Para as pessoas que perguntam se ela foi no cabelereiro, ela responde com a cabeça sim.

Quando cheguei em casa e vi metade da cabeça com cabelo curto e outra metade com o cabelo comprido segurei a risada. Porque eu queria falar sério com ela. O pai dela já tinha tido a conversa, a idéia era só reforçar.

Foi uma luta encontrar um cabelereiro de última hora, mas no fim encontrei e fomos correndo.

Na verdade o cabelo ficou bem bonitinho curtinho e com franja, mas claro tem que prender a franja porque os cachinhos gostam de enrolar.

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